domingo, 30 de junho de 2013

INDIGNANT SHOUT: CARLA ZAMBELLI UMA GRANDE PAUTA REIVINDICAÇÕES AINDA AGUARDANDO SOLUÇÃO


 

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Popularidade de Dilma desaba e protestos são anunciados para final da Copa das Confederações
AFPAFP – sáb, 29 de jun de 2013
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·         A popularidade do governo Dilma caiu de 57% a 30% desde a primeira semana de junhoVer foto
A popularidade do governo Dilma caiu de 57% a 30% desde a primeira semana de jun …
A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu 27 pontos após as manifestações populares iniciadas há cerca de duas semanas, e que prometem se repetir neste domingo no Rio de Janeiro, na final da Copa das Confederações.
Segundo uma pesquisa do instituto Datafolha divulgada hoje, a popularidade do governo Dilma caiu de 57% a 30% desde a primeira semana de junho, impactada pelos grandes protestos nas ruas, que exigiram melhores serviços e o combate à corrupção.
A quantidade de entrevistados que consideram o governo de Dilma bom ou muito bom passou de 57% para 30%, os que o consideram regular avançaram de 33% para 43%, e os que o acham ruim ou péssimo aumentaram de 9% para 25%.
Com estes dados, a presidente se mantém como favorita para as eleições presidenciais de outubro de 2014, mas teria que enfrentar um segundo turno.
Em março, o governo Dilma havia alcançado um recorde de popularidade, de 65%. No começo de junho, como resultado do descontentamento com a inflação e o crescimento fraco, este percentual caiu oito pontos, para 57%.
A queda de agora, de 27 pontos, é a maior para um presidente em exercício desde 1990, quando Fernando Collor de Mello ocupava o cargo, assinalou o jornal "Folha de São Paulo", que divulga a pesquisa.
O estudo ouviu 4.717 pessoas em 196 municípios do país. A margem de erro é de 2%.
"É grave para o governo, que está em um contexto complexo de dificuldades com os movimentos sociais", declarou à AFP o analista político André César, da consultoria Prospectiva, com sede em Brasília.
"Isto enfraquece ainda mais a presidente, porque reforça a pressão dos aliados e também da oposição, que tentará tirar proveito. É o pior cenário possível. Dilma já não é a presidente forte de meses atrás", completou.
Em meio às manifestações populares, que tiveram como um dos focos o repúdio aos gastos milionários como os estádios da Copa do Mundo de 2014, um grande chamado às ruas estava sendo feito para este domingo, dia da final da Copa das Confederações, nos arredores do estádio do Maracanã.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro anunciou que deslocará 6 mil homens para fazer a segurança do evento.
Os protestos continuaram hoje, com menor intensidade e espalhados pelo país, mas ganharam força em Belo Horizonte, onde a Câmara Municipal aprovou neste sábado uma redução do preço da passagem de ônibus considerado insuficiente, segundo os manifestantes, que ocuparam o local.
Mas a maior passeata do dia foi a dos evangélicos. Cerca de 800 mil fiéis, segundo a polícia, e 2 milhões, segundo os organizadores, reuniram-se no centro de São Paulo para a anual Marcha para Jesus.
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Grupos convocam atos anticorrupção e defendem militares

Amanhã, haverá mais 2 protestos em São Paulo; para a organizadora Carla Zambelli, não há mais direita e esquerda

25 de junho de 2013 | 2h 04



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Nataly Costa - O Estado de S.Paulo

Em diversos eventos pulverizados pelo Facebook, grupos que não se intitulam "nem de direita nem de esquerda" convocam atos anticorrupção em várias cidades brasileiras. Alguns defendem a volta das Forças Armadas ao comando do País e todos clamam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de serem contra "qualquer bandeira" fora a brasileira em protestos.

Embora partam de comunidades distintas nas redes sociais, as lideranças formam grupos afins, que divulgam os eventos uns dos outros. A página do Facebook nasruas, moderada pela ativista Carla Zambelli, funciona como âncora para espalhar atos de várias organizações.

Em São Paulo, por exemplo, para o mesmo horário e local (17 horas de amanhã, em frente ao Masp) estão marcados os atos Por Um Brasil Melhor e Menos Corrupto e Reconstruindo o Brasil - este último organizado pela Organização de Combate à Corrupção (OCC), que defende a volta do militarismo.

"Roubamos a pauta porque o Movimento Passe Livre tem um tema muito restrito, que não nos representa. Eles insistem em dizer que o tema é reforma agrária e mobilidade, mas o povo brasileiro provou que a luta é contra corrupção. No protesto de quinta, ninguém tinha cartaz de reforma agrária", diz Carla. "Só 'petralha' para dizer que o movimento anticorrupção é 'vago'. Se não for pelo amor é pela dor, a gente quer parar o Brasil mesmo."

Carla defende que "não existe direita e esquerda mais, mas o que é bom e o que é ruim". Diz não defender a ditadura militar, mas faz ressalvas. "Talvez eles (grupos que defendem o militarismo) estejam certos em dizer que Forças Armadas tenham de tomar conta. A gente quer que os fichas-sujas saiam do Senado e do Congresso. Mas como tirá-los? Não há demissão. Então a Comissão de Ética tem de entrar, ou as Forças Armadas tirá-los dali", diz.

"Mas eu acho que não precisa ser as Forças Armadas, pode ser o próprio povo."

Para o fundador do Revoltados Online - que também convoca as manifestações anticorrupção -, Marcello Reis, "não é o momento" de falar se o grupo é contra ou a favor do militarismo. "Não achamos que agora há necessidade de falar isso. Não é que nós somos contra ou a favor (da intervenção armada). Se for necessário, sim."

Reis acredita que uma alternativa ao regime militar é a redução dos partidos a cinco - dois de direita, dois de esquerda e um de centro. "Temos mais de 40 partidos, mas não temos 40 ideologias. Uma solução imediata, se houvesse o impeachment da Dilma, seria deixar o Joaquim Barbosa por seis meses como presidente até que fossem convocadas novas eleições, das quais só participariam partidos fichas-limpas."

Sem bandeiras. Carla, que também mantém o Movimento Pátria Minha, é a favor de que se queimem "todas as bandeiras que aparecerem em manifestação". "Se aparecer com a bandeira do PSDB vamos queimar do mesmo jeito. Mas peraí, PT, você é um dos principais culpados da manifestação! Que vá com a camiseta do Brasil."



 
 


 

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